ACERVO VIRTUAL HUBERTO ROHDEN & PIETRO UBALDI

Para os interessados em Filosofia, Ciência, Religião, Espiritismo e afins, o Acervo Virtual Huberto Rohden & Pietro Ubaldi é um blog sem fins lucrativos que disponibiliza uma excelente coletânea de livros, filmes, palestras em áudios e vídeos para o enriquecimento intelectual e moral dos aprendizes sinceros. Todos disponíveis para downloads gratuitos. Cursos, por exemplo, dos professores Huberto Rohden e Pietro Ubaldi estão transcritos para uma melhor absorção de suas exposições filosóficas pois, para todo estudante de boa vontade, são fontes vivas para o esclarecimento e aprofundamento integral. Oásis seguro para uma compreensão universal e imparcial! Não deixe de conhecer, ler, escutar, curtir, e compartilhar conosco suas observações. Bom Estudo!


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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Harmonia no caos

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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Reencarnação e genialidade Por Aloísio Wagner

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Por Aloísio Wagner

Primeiro é preciso lembrar que a genialidade não é uma condição exclusiva de qualquer arte, mas em todas as artes, ciências, filosofia e religião.

É natural que todo gênio de uma determinada área necessite em um dado momento de um primeiro contato com a área em que atuará, que na maioria das vezes são através de sua família essa primeira influência ou nas escolas ou amigos. 

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Auto-conhecimento é cosmo-conhecimento

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A visão conjunta do verdadeiro

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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Lei de Justiça e ordem

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domingo, 26 de novembro de 2017

Inferno ou paraíso terrestre

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sábado, 25 de novembro de 2017

Individualidades menores e maiores

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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Unidade com diversidade

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terça-feira, 21 de novembro de 2017

Qualidades adquiridas

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O teatro da vida

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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

O barulho e o silêncio

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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Conversão pelo Ser

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terça-feira, 7 de novembro de 2017

Áudios organizados por álbuns e acessíveis pelo aplicicativo VK

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Caros amigos, simpatizantes, e estudiosos da obra de Huberto Rohden e Pietro Ubaldi. Aproveitando o clima natalino que se aproxima, aconselho que baixem o aplicativo VK para o smartphone, porque agora, dá para acessar todas as aulas pelos álbuns. Terminei de organizar tudo ontem (06/11/2017), e está funcionando perfeitamente. 

Aqui os links para o aplicativo conforme os "celulares":

iPhone 

Android

Comunidade Huberto Rohden | VK

Comunidade Pietro Hubaldi | VK

sábado, 4 de novembro de 2017

O Mistério do Sagrado AUM, por Huberto Rohden

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Quando o homem experimenta a imanência de Brahman em todas as suas obras como sendo a essência de tudo, e compreende, ao mesmo tempo, que Brahman está além de tudo — então está em AUM, identificado com o infinito UNO em si, o infinito VERSO em todas as coisas. AUM é o sujeito em todos os objetos, e todos os objetos no sujeito — o UNIVERSO. E, afim de criar ambiente propício a esta conscientização, a pessoa invoca, vagarosa e intensamente, o sagrado trigrama AUM:

"A", som aberto, representa o início, a 1ª pessoa Brahma; "U", semi-aberto, representa a manutenção ou Vishnu; "M", som fechado, representa a consumação ou Shiva. Depois de expirar a última letra "M", numa entonação profunda e prolongada, sobrevém a vibração inaudível, a mais poderosa de todas, a pulsação do Silêncio Absoluto, que é a Pura Consciência. O que se segue após a última vibração audível de "M" é denominado Nirvana, o Silêncio Dinâmico, o Nada Criador, a Luminosa Escuridão, etc, a Tese anterior a todas as antíteses e sínteses, simbolizada pela serpente circular, cuja cauda termina na boca. O AUM é o 'Amém' do Evangelho: "A" significa a vigília, o estado de estar desperto; "U" significa o estado de sonhos e "M" simboliza o estado de sono sem sonhos. 

Na vigília, o homem é ego-consciente; no sonho, o homem está no subconsciente, e em sono profundo, está totalmente inconsciente. Todos estes estados, porém, são da consciência individual em diversos graus. Para além de todos os estados individuais - vigília, sonho e sono profundo — está o oceano imenso da oniconsciência universal, que se manifesta quando expiram os estados pessoais. Os estado normais de vigília, de sonhos e de sono profundo podem nos parecer reais, enquanto não se alcança o quarto estado, quando então a validade dos primeiros desaparece, ao desaguar no oceano da Consciência Absoluta, ou em Nirvana. 

Neste estado nirvânico, além do "M" audível, a Divindade é percebida como imanente e transcendente no mais alto grau; cessa toda dualidade e reina soberana a grande unipolaridade monista. 

Brahman é "A" no estado de vigília que experimentamos no mundo da matéria; 
Brahman é "U" no estado de sonhos vivido no mundo astral da mente; 
Brahman é "M" no sono profundo que se dorme no mundo das forças espirituais. 

Livro: "O Espírito da Filosofia Oriental", coleção Huberto Rohden, São Paulo.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Palestras do professor Pietro Ubaldi em áudio

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"O nosso trabalho nestas palestras será o de esmiuçar as teorias gerais da grande orientação até suas conseqüências concretas, que nos tocam de perto, para aprender a viver conscientemente, conhecendo o valor dos nossos atos, desde suas origens até seus últimos efeitos. Esta é a ciência da vida, que nos explica a significação dos movimentos da nossa alma, como dos acontecimentos que nos rodeiam." (Pietro Ubaldi, Cap. II))

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A Arte

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(Trecho extraído do capítulo A Arte, do livro: A Grande Síntese)

Vossa arte  futura  será  sadia,  educadora,  descida  de  Deus  para elevar  a  Deus.   Se assim não  for,  será  veneno.  A arte  que permanece  na  Terra  não  é  verdadeira arte,  tem de elevar-se ao  céu,  ser  instrumento de ascensão  espiritual. Deveis beber nas fontes da  verdade e eu  vos  escancarei  suas  portas.  A arte  tem  de  iluminar-se com a  luz  do  espírito  e eu  o  fiz  reviver  entre  vós.  Dei-vos, tanto  no  campo  científico  e  social,  quanto  no  campo  artístico,  uma  idéia  imensa  para exprimirdes:  a  harmonia  de  todos  os fenômenos,  da  ascensão de todas as  criaturas,  e  a de vosso  amadurecimento biológico. A  arte apodera-se da ciência. É verdade que não  soubesteis  dar  a  esta  um  conteúdo  espiritual;  dai-lhe,  contudo,  uma  fé e  ela  se  tornará arte.  Que  mundo  grande,  novo, inexplorado,  que  sinfonia  de  concepções  cósmicas  para exprimir! O futuro da arte está na expressão do imponderável. Que riqueza de  inspiração pode  descer  sobre a  Terra,  vinda  do  alto,  por intermédio  do artista  sensitivo! Que  oásis de paz, para refúgio da alma, nessas visões do infinito!

A verdade  universal  desta  síntese  pode exprimir-se em todas  as  formas  do  pensamento:  matemática,  científica,  filosófica, social  e  também artística.  Esta  obra  pode  também tornar-se  uma  grande  tragédia,  em que  palpita  toda  a dor e explode  a  paixão das ascensões  humanas.  Que  drama  maior  que  o  esforço  da  superação biológica,  da  luta  do  espírito para  sua evolução,  de  suas  quedas e  de  suas  ascensões,  da  felicidade e  da  dor,  de  um destino  que  progride através  da cadeia de renascimentos,  de  uma  lei divina  que tudo  vincula à  sua  ordem!  Esta  irmanação  de  fenômenos,  de  seres,  esta  unificação  de  meios  de expressão  diante  da  idéia  única, este  monismo  científico,  filosófico,  social,  basta  para  dar  alma a  uma  nova  arte,  como  a  uma ciência,  a  uma  filosofia,  a  uma sociologia nova. 

Vossos  palcos  ignoram tragédias  tão  amplas,  porque estes  conceitos  exatos  faltavam antes  ao mundo.  Era  vaga a  intuição dos  grandes  problemas,  incerta a  reconstrução  do  destino  humano.  Há  sempre  uma zona  de  nebulosidade,  em  que  se aninha a dúvida  e  o mistério. Está na hora de ultrapassar  o  ciclo restrito  das baixas paixões de fundo animal. O teatro não deve ser palco de involução,  explorando  as  multidões,  mas  de evolução,  educando-as.  Então,  ele  não pode ser problema econômico, mas  função do Estado.  A arte  deve  superar  os  loucos  futurismos,  tomar  como  fundo o  infinito  e a eternidade,  por  ator  o  espírito  que,  numa  vida sem  limites,  debate-se entre  luz e  trevas  e conquista  sua  libertação.  O  céu  e a  Terra  ressoam  com  a  tempestade  imensa  que as forças  do mal  desencadearam.  Apresentai  o  drama apocalíptico  sem símbolos,  em sua  nua  potência dinâmica de conflito de forças, em  qualquer  das  formas  de  artes  em  que  o  queirais  exprimir,  suspenso  nas  dimensões  do  tempo,  entre a evolução bíblica e  o idealismo científico.

Esta a  grande  arte  futura.  É mister  que  nasça  o gênio  que a  sinta  e  a  manifeste;  que a  sinta acima  da  realidade sensória e nela a encerre e exprima.  Chegado  ao  ápice  dos  valores  espirituais,  ele combate e conclui o drama da unificação e  da  libertação.  É necessário  que  uma alma  superior  viva  o  fenômeno  e,  em  seu  tormento,  liquide  o passado,  lançando  os  espíritos  num vórtice  de paixões  mais  altas  e  dinâmicas.  É necessário  um ser  que,  num martírio  de  fé, macerando-se e queimando-se por sua arte, dela faça missão  e a ela  se  dê  todo.  A  arte  será então  o  altar  das  ascensões  humanas,  onde  o  espírito  se  oferece em  holocausto  de  dor  e paixão  em sua elevação para  Deus;  será a  oração  que  une a criatura ao Criador,  a  síntese  de  todas  as  aspirações  da alma,  de  todas as esperanças e ideais humanos.

"Sua Voz"

O belo é universal

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O gênio e o talentoso

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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

A comunidade da perversão moral

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Trecho extraído do Cap.3 do Livro psicografado em 2002 por Divaldo Franco, Sexo e Obsessão:

Confira, e diga se o que vemos hoje, nessa "arte pervertida", não é um reflexo desse mundo revelado!

 "O  antro  asqueroso  dava-me  a  ideia  de  ser  o mundo inspirador  de  alguns  espetáculos  da  Terra,  que  ainda  não  atingiram  aquele nível  de  vileza,  mas  que  dele  se  vêm  aproximando,  especialmente  durante  a apresentação de alguns dos turbulentos e torpes desfiles de Carnaval. Sim,  era  naquela  Região  que  se  inspiravam  muitos  multiplicadores  de opinião, que ainda  insistem na  liberação  total dos costumes vis, como se  já não bastassem  o  sexo  explícito  e  vulgar,  a  violência  absurda,  a  agressividade  sem limites,  a  luxúria  desmedida,  o  cinismo  odiento,  o  furto  desbragado,  o desrespeito  a  tudo  quanto  constitui  a  dignidade  humana,  descendo  a  níveis  já insuportáveis...

De  quando  em  quando,  aparentando  a  postura  de  guardadores  da Comunidade  horripilante,  verdadeiros  espectros  humanos  semi-hebetados, conduzindo  mastins grande  porte,  vigiavam  a  população,  contra  a  qual atiçavam os ferozes animais. Telepaticamente  o  nobre  Mentor  advertiu-nos  para  que mantivéssemos  cuidados  especiais  com  o  pensamento  elevado  ao  Supremo Amor, sem crítica ou observações descaridosas em relação ao que víamos, a fim de não sermos surpreendidos por esses vigias terrificantes. Num  dos  quadros  dantescos,  pudemos  defrontar  diversos  Espíritos reencarnados,  que  seguiam  jugulados  aos  seus  algozes,  presos  a  coleiras  como se  fossem  felinos  esfaimados,  babando  ante  o  espetáculo  que  lhes  aguçava  os instintos grosseiros. Entre  outros,  encontrava-se  Mauro  com  o  seu  sicário,  que  dele escarnecia  e  o  amedrontava,  enquanto,  debatendo-se,  para  liberar-se  da retenção e atirar-se no vulcão de asquerosa sensualidade, urrava em deplorável aspecto. Observamos  que  crianças  despidas  em  atitudes  obscenas  decoravam  o carro  exótico,  gritando  e  movimentando-se  sensualmente,  inspirando  mais compaixão  do  que  outro  qualquer  sentimento.  Acurando,  porém,  a  visão, surpreendemo-nos, ao constatar que se tratava de anões cínicos, apresentando-se  como  criaturas  infantis, assim despertando os viciados em pedofilia a  terem mais acicatados os seus impulsos grosseiros. A bacante, com as suas aberrações, alongou-se, na sucessão das horas, até  quando  os  primeiros  raios  do  amanhecer  penetraram  a  névoa  densa, fazendo  diminuir  o  desfile  horrendo  e  a  movimentação  foi  desaparecendo  até ficar  o  ambiente,  com  a  sua  pesada  psicosfera  pestífera,  quase  vazio,  exceção feita aos vigilantes e seus animais em contínua atividade. A  esdrúxula  sociedade  ali  residente  seguiu  no  rumo  das  suas  furnas  e mansardas, a fim de continuar na exorbitância dos sentidos torpes, terminado o desfile que se repetia todas as noites... O  irmão Anacleto  convidou-nos mentalmente  a  segui-lo,  afastando-nos  tão  discretamente  quanto  nos  adentráramos  no  dédalo infernal,  aturdidos  e algo asfixiados, até nos acercarmos de formosa praia que se dourava à luz solar e  recebia  os  primeiros  raios  do  Astro-rei  como  bênção  de  luz  após  a  noite ensombrada no reduto em que estivéramos."

LIVRO:  Sexo e Obsessão,
De Manoel Philomeno de Miranda
Psicografia: Divaldo Franco
http://docs11.minhateca.com.br/1022723232,BR,0,0,Sexo-e-Obsess%C3%A3o---Manoel-Philomeno-de-Miranda.pdf

terça-feira, 12 de setembro de 2017

A Verdadeira Desgraça

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Todos falam da desgraça, todos a experimentaram e julgam conhecer o seu caráter múltiplo. Venho dizer-vos, porém, que quase todos se enganam, pois a verdadeira desgraça não é, de maneira alguma, aquilo que os homens, ou seja, os desgraçados, supõem. Eles a vêem na miséria, na lareira sem fogo, no credor impaciente, no berço vazio do anjo que antes sorria, nas lágrimas, no féretro que se acompanha de cabeça descoberta e coração partido, na angústia da traição, na privação do orgulhoso que desejava vestir-se de púrpura e esconde sua nudez nos farrapos da vaidade. Tudo isso, e muitas outras coisas ainda, chamam-se desgraça, na linguagem humana. Sim, realmente são a desgraça, para aqueles que nada vêem além do presente. Mas a verdadeira desgraça está mais nas conseqüências de uma coisa do que na própria coisa. 

Dizei-me se o mais feliz acontecimento do momento, que traz funestas conseqüências, não é, na realidade, mais desgraçado que aquele inicialmente aborrecido, que acaba por produzir o bem? Dizei-me se a tempestade, que despedaça as árvores, mas purifica a atmosfera, dissipando os miasmas insalubres que poderiam causar a morte, não é antes uma felicidade que uma desgraça?ei-me se o mais feliz acontecimento do momento, que traz funestas conseqüências, não é, na realidade, mais desgraçado que aquele inicialmente aborrecido, que acaba por produzir o bem? Dizei-me se a tempestade, que despedaça as árvores, mas purifica a atmosfera, dissipando os miasmas insalubres que poderiam causar a morte, não é antes uma felicidade que uma desgraça? 

Para julgar uma coisa, é necessário, portanto, ver-lhe as conseqüências. É assim que, para julgar o que é realmente feliz ou desgraçado para o homem, é necessário transportar-se para além desta vida, porque é lá que as conseqüências se manifestam. Ora, tudo aquilo que ele chama desgraça, de acordo com a sua visão, cessa com a vida e tem sua compensação na vida futura. 

Vou revelar-vos a desgraça sob uma nova forma, sob a forma bela e florida que acolheis e desejais, com todas as forças de vossas almas iludidas. A desgraça é a alegria, o prazer, a fama, a fútil inquietação, a louca satisfação da vaidade, que asfixiam a consciência, oprimem o pensamento, confundem o homem quanto ao seu futuro. A desgraça enfim, é o ópio do esquecimento, que buscais com o mais ardente desejo

Tendes esperanças, vós que chorais! Tremei, vós que rides, porque tendes o corpo satisfeito! Não se pode enganar a Deus: ninguém escapa ao destino. As provas, credoras, mais impiedosas que a malta que vos acossa na miséria, espreitam o vosso repouso ilusório, para vos mergulhar de súbito na agonia da verdadeira desgraça, daquela que surpreende a alma enlanguescida pela indiferença e o egoísmo. 

Que o Espiritismo vos esclareça, portanto, e restabeleça sob a verdadeira luz da verdade e o erro, tão estranhamente desfigurados pela vossa cegueira. Então, agireis como bravos soldados que, longe de fugir ao perigo, preferem a luta nos combates arriscados, à paz que não oferece nem glória nem progresso. Que importa ao soldado perder as armas, o equipamento e a farda na refrega, contanto que saia vitorioso e coberto de glória? Que importa, àquele que tem fé no porvir, deixar a vida no campo de batalha, sua fortuna e sua veste carnal, contanto que sua alma possa entrar, radiosa, no reino celeste? 

DELPHINE DE GIRARDIN (Paris, 1861)

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

A função histórica do Brasil no mundo

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Por Pietro Ubaldi Qual é a função histórica do Brasil no mundo, especialmente em relação à esperada nova civilização do Terceiro Milênio? Evidentemente, não é uma hipótese mas um fato positivo, que o Hemisfério Norte é um armazém de bombas atômicas, e é evidente que não são elas construídas por pura curiosidade científica. Os Estados Unidos e a Rússia estão armando-se cada vez mais, e naturalmente não é para abraçarem-se. O medo de uma luta perigosa e tremendamente destrutiva para todos os retém. Mas também os atrai a miragem do domínio do mundo, prêmio de sua vitória. A guerra fria já está em ação. Sem dúvida, os meandros da política são tão tenebrosos, a imprensa é tão obediente a quem manda e a quem paga, e no círculo vicioso dos interesses costuma dar-se ao público tanta propaganda e tão pouca verdade, que é possível que haja talvez outra realidade sob estas aparências, geralmente aceitas. Entretanto, estes são fatos. Mesmo se a Rússia, com seu sistema de expansão de ideologias, chegasse a realizar seu objetivo de submeter outros países, ao entrar nestes pela porta da representação parlamentar de partido, jamais seriam conseguidas por este meio a paz e a ordem.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

A Constituição Cósmica

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O Organismo Compressor

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sábado, 2 de setembro de 2017

O ego integrado no Eu

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Unir em vez de dividir

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sábado, 26 de agosto de 2017

O passado criando esperanças e medos do futuro

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Por Jiddu Krishnamurti

Interrogante: O que você quer dizer com liberdade do passado?
Krishnamurti: O passado são todas as nossas memórias acumuladas. Estas memórias atuam no presente e criam nossas esperanças e medos do futuro. Estas esperanças e medos são o futuro psicológico; sem elas não existe futuro. Então o presente é a ação do passado, e a mente é este movimento do passado. O passado agindo no presente cria o que chamamos futuro. Esta resposta do passado é involuntária, não é convocada ou convidada, está em nós antes de sabermos.
Interrogante: Neste caso, como vamos nos libertar disto?
Krishnamurti: Estar consciente deste movimento sem escolha – porque a escolha novamente é mais do mesmo movimento do passado – é observar o passado em ação: tal observação não é o movimento do passado. Observar sem a imagem do pensamento é ação na qual o passado acabou. Observar a árvore sem pensamento é ação sem o passado. Observar a ação do passado é novamente ação sem passado. O estado de ver é mais importante do que o que é visto. Estar consciente do passado nessa observação sem escolha é não apenas agir diferentemente, mas ser diferente. Nesta conscientização a memória age como impedimento, e eficientemente. Ser religiosos é estar consciente sem escolha que existe liberdade do conhecido mesmo enquanto o conhecido atua onde quer que tenha que atuar.
Interrogante: Mas o conhecido, o passado, algumas vezes ainda atua quando não deveria; ele atua ainda para causar conflito.
Krishnamurti: Estar consciente disto é também estar num estado de inação em relação ao passado que está atuando. Assim, liberdade do conhecido é verdadeiramente a vida religiosa. Isso não significa varrer o conhecido, mas entrar numa dimensão partir da qual, de uma forma geral, o conhecido é observado. Esta ação de ver sem escolha é a ação do amor. A vida religiosa é esta ação, e todo viver é esta ação, e a mente religiosa é esta ação. Então religião, e a mente, e vida, e amor, são o mesmo.
The Urgency of Change, The Religious Life

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Julgar o próximo

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“Cada um julga com os elementos que possui. Quanto mais somos ignorantes, menos elementos possuímos, e quanto menos elementos possuímos, mais rápidas e absolutas são nossas conclusões. Ao contrário, quem possui mais conhecimento e, com isso, mais elementos para julgar, não chega a conclusões simplistas, rápidas e absolutas. Logo, quem mais se aproxima da verdade é quem julga lentamente, sem absolutismo, mas com profundidade. Então, quem julga, lançando seu julgamento sobre os outros, em última análise julga a si mesmo, e com seu julgamento, se revela. Pelo fato de não poder julgar senão conforme seu tipo de pensamento e natureza, com o seu julgamento são descobertos seu pensamento e sua natureza. A melhor maneira de se chegar a conhecer uma pessoa é a de observar os seus julgamentos a respeito dos outros. Quando alguém cai na ilusão de supor que, julgando os outros, está assim pondo-os a descoberto e colocando-se acima deles, na realidade, apenas se está submetendo a julgamento, descobrindo-se e mostrando a todos seus próprios defeitos.” 

Pietro Ubaldi
Livro: A Lei de Deus

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Capitalismo e Comunismo

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Por Pietro Ubaldi

Depois de havermos visualizado o problema da unidade em suas linhas gerais, focalizemos, de maneira particularizada e concreta, o que sucede atualmente no campo político do mundo. Para principiar, perguntamos: corresponde as leis do universo o princípio de igualdade que se pretende impor presentemente pela força?  


quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Aulas em áudio com o professor Rohden disponíveis. Venha conhecer! Escute, reflita, estude.

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Identificação com a alma (mensagem)

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Da matéria ao espírito (mensagem)

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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Mudando a forma mental

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Inofendibilidade

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A Divina Individualidade

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A paz dentro de si

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Armas de conquista (mensagem)

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domingo, 6 de agosto de 2017

Conforme a Lei (mensagem)

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O pensamento certo (mensagem)

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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Utilitarismo da honestidade (mensagem)

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Ignorância, inteligência e sapiência (mensagem)

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terça-feira, 1 de agosto de 2017

A correção do erro (Mensagem)

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segunda-feira, 31 de julho de 2017

Ser e Agir (Mensagem)

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domingo, 30 de julho de 2017

A Arte de Pensar (Mensagem)

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sábado, 29 de julho de 2017

O Everest da experiência (Mensagem)

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sexta-feira, 28 de julho de 2017

O Eu e o Ego (Mensagem)

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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Ser e Ter

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terça-feira, 25 de julho de 2017

O silêncio necessário

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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Por te amar tanto

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Ninguém podia compreender como Te amando tanto, eu evitasse ouvir as Tuas palavras que as bocas mundanas repetiam nos dias quentes de abril como nas águas de junho, nas cabanas simples e nos templos faustosos.

Recusava-me a escutar os gurus, e o meu mantra, os ouvidos alheios não identificavam.

Acusavam-me de descrente e apedrejavam-me com calúnias.

Eu, todavia, não me perturbava, nem sofria, até mesmo quando declaravam que Tu me amaldiçoarias.

A verdade é que eu não necessitava de qualquer referencial exterior, porque Tua voz me embalava os sentimentos e a Tua presença me fazia companhia na minha solidão, que nunca desejei repartir com ninguém, porque Tu, só Tu me podes preencher a vida.

Rabindranath Tagore
Por Divaldo Franco, Cap. XLVI, no Livro: Pássaros Livres


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