ACERVO VIRTUAL HUBERTO ROHDEN & PIETRO UBALDI

Para os interessados em Filosofia, Ciência, Religião, Espiritismo e afins, o Acervo Virtual Huberto Rohden & Pietro Ubaldi é um blog sem fins lucrativos que disponibiliza uma excelente coletânea de livros, filmes, palestras em áudios e vídeos para o enriquecimento intelectual e moral dos aprendizes sinceros. Todos disponíveis para downloads gratuitos. Cursos, por exemplo, dos professores Huberto Rohden e Pietro Ubaldi estão transcritos para uma melhor absorção de suas exposições filosóficas pois, para todo estudante de boa vontade, são fontes vivas para o esclarecimento e aprofundamento integral. Oásis seguro para uma compreensão universal e imparcial! Não deixe de conhecer, ler, escutar, curtir, e compartilhar conosco suas observações. Bom Estudo!


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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A Arte

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(Trecho extraído do capítulo A Arte, do livro: A Grande Síntese)

Vossa arte  futura  será  sadia,  educadora,  descida  de  Deus  para elevar  a  Deus.   Se assim não  for,  será  veneno.  A arte  que permanece  na  Terra  não  é  verdadeira arte,  tem de elevar-se ao  céu,  ser  instrumento de ascensão  espiritual. Deveis beber nas fontes da  verdade e eu  vos  escancarei  suas  portas.  A arte  tem  de  iluminar-se com a  luz  do  espírito  e eu  o  fiz  reviver  entre  vós.  Dei-vos, tanto  no  campo  científico  e  social,  quanto  no  campo  artístico,  uma  idéia  imensa  para exprimirdes:  a  harmonia  de  todos  os fenômenos,  da  ascensão de todas as  criaturas,  e  a de vosso  amadurecimento biológico. A  arte apodera-se da ciência. É verdade que não  soubesteis  dar  a  esta  um  conteúdo  espiritual;  dai-lhe,  contudo,  uma  fé e  ela  se  tornará arte.  Que  mundo  grande,  novo, inexplorado,  que  sinfonia  de  concepções  cósmicas  para exprimir! O futuro da arte está na expressão do imponderável. Que riqueza de  inspiração pode  descer  sobre a  Terra,  vinda  do  alto,  por intermédio  do artista  sensitivo! Que  oásis de paz, para refúgio da alma, nessas visões do infinito!

A verdade  universal  desta  síntese  pode exprimir-se em todas  as  formas  do  pensamento:  matemática,  científica,  filosófica, social  e  também artística.  Esta  obra  pode  também tornar-se  uma  grande  tragédia,  em que  palpita  toda  a dor e explode  a  paixão das ascensões  humanas.  Que  drama  maior  que  o  esforço  da  superação biológica,  da  luta  do  espírito para  sua evolução,  de  suas  quedas e  de  suas  ascensões,  da  felicidade e  da  dor,  de  um destino  que  progride através  da cadeia de renascimentos,  de  uma  lei divina  que tudo  vincula à  sua  ordem!  Esta  irmanação  de  fenômenos,  de  seres,  esta  unificação  de  meios  de expressão  diante  da  idéia  única, este  monismo  científico,  filosófico,  social,  basta  para  dar  alma a  uma  nova  arte,  como  a  uma ciência,  a  uma  filosofia,  a  uma sociologia nova. 

Vossos  palcos  ignoram tragédias  tão  amplas,  porque estes  conceitos  exatos  faltavam antes  ao mundo.  Era  vaga a  intuição dos  grandes  problemas,  incerta a  reconstrução  do  destino  humano.  Há  sempre  uma zona  de  nebulosidade,  em  que  se aninha a dúvida  e  o mistério. Está na hora de ultrapassar  o  ciclo restrito  das baixas paixões de fundo animal. O teatro não deve ser palco de involução,  explorando  as  multidões,  mas  de evolução,  educando-as.  Então,  ele  não pode ser problema econômico, mas  função do Estado.  A arte  deve  superar  os  loucos  futurismos,  tomar  como  fundo o  infinito  e a eternidade,  por  ator  o  espírito  que,  numa  vida sem  limites,  debate-se entre  luz e  trevas  e conquista  sua  libertação.  O  céu  e a  Terra  ressoam  com  a  tempestade  imensa  que as forças  do mal  desencadearam.  Apresentai  o  drama apocalíptico  sem símbolos,  em sua  nua  potência dinâmica de conflito de forças, em  qualquer  das  formas  de  artes  em  que  o  queirais  exprimir,  suspenso  nas  dimensões  do  tempo,  entre a evolução bíblica e  o idealismo científico.

Esta a  grande  arte  futura.  É mister  que  nasça  o gênio  que a  sinta  e  a  manifeste;  que a  sinta acima  da  realidade sensória e nela a encerre e exprima.  Chegado  ao  ápice  dos  valores  espirituais,  ele combate e conclui o drama da unificação e  da  libertação.  É necessário  que  uma alma  superior  viva  o  fenômeno  e,  em  seu  tormento,  liquide  o passado,  lançando  os  espíritos  num vórtice  de paixões  mais  altas  e  dinâmicas.  É necessário  um ser  que,  num martírio  de  fé, macerando-se e queimando-se por sua arte, dela faça missão  e a ela  se  dê  todo.  A  arte  será então  o  altar  das  ascensões  humanas,  onde  o  espírito  se  oferece em  holocausto  de  dor  e paixão  em sua elevação para  Deus;  será a  oração  que  une a criatura ao Criador,  a  síntese  de  todas  as  aspirações  da alma,  de  todas as esperanças e ideais humanos.

"Sua Voz"

O belo é universal

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O gênio e o talentoso

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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

A comunidade da perversão moral

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Trecho extraído do Cap.3 do Livro psicografado em 2002 por Divaldo Franco, Sexo e Obsessão:

Confira, e diga se o que vemos hoje, nessa "arte pervertida", não é um reflexo desse mundo revelado!

 "O  antro  asqueroso  dava-me  a  ideia  de  ser  o mundo inspirador  de  alguns  espetáculos  da  Terra,  que  ainda  não  atingiram  aquele nível  de  vileza,  mas  que  dele  se  vêm  aproximando,  especialmente  durante  a apresentação de alguns dos turbulentos e torpes desfiles de Carnaval. Sim,  era  naquela  Região  que  se  inspiravam  muitos  multiplicadores  de opinião, que ainda  insistem na  liberação  total dos costumes vis, como se  já não bastassem  o  sexo  explícito  e  vulgar,  a  violência  absurda,  a  agressividade  sem limites,  a  luxúria  desmedida,  o  cinismo  odiento,  o  furto  desbragado,  o desrespeito  a  tudo  quanto  constitui  a  dignidade  humana,  descendo  a  níveis  já insuportáveis...

De  quando  em  quando,  aparentando  a  postura  de  guardadores  da Comunidade  horripilante,  verdadeiros  espectros  humanos  semi-hebetados, conduzindo  mastins grande  porte,  vigiavam  a  população,  contra  a  qual atiçavam os ferozes animais. Telepaticamente  o  nobre  Mentor  advertiu-nos  para  que mantivéssemos  cuidados  especiais  com  o  pensamento  elevado  ao  Supremo Amor, sem crítica ou observações descaridosas em relação ao que víamos, a fim de não sermos surpreendidos por esses vigias terrificantes. Num  dos  quadros  dantescos,  pudemos  defrontar  diversos  Espíritos reencarnados,  que  seguiam  jugulados  aos  seus  algozes,  presos  a  coleiras  como se  fossem  felinos  esfaimados,  babando  ante  o  espetáculo  que  lhes  aguçava  os instintos grosseiros. Entre  outros,  encontrava-se  Mauro  com  o  seu  sicário,  que  dele escarnecia  e  o  amedrontava,  enquanto,  debatendo-se,  para  liberar-se  da retenção e atirar-se no vulcão de asquerosa sensualidade, urrava em deplorável aspecto. Observamos  que  crianças  despidas  em  atitudes  obscenas  decoravam  o carro  exótico,  gritando  e  movimentando-se  sensualmente,  inspirando  mais compaixão  do  que  outro  qualquer  sentimento.  Acurando,  porém,  a  visão, surpreendemo-nos, ao constatar que se tratava de anões cínicos, apresentando-se  como  criaturas  infantis, assim despertando os viciados em pedofilia a  terem mais acicatados os seus impulsos grosseiros. A bacante, com as suas aberrações, alongou-se, na sucessão das horas, até  quando  os  primeiros  raios  do  amanhecer  penetraram  a  névoa  densa, fazendo  diminuir  o  desfile  horrendo  e  a  movimentação  foi  desaparecendo  até ficar  o  ambiente,  com  a  sua  pesada  psicosfera  pestífera,  quase  vazio,  exceção feita aos vigilantes e seus animais em contínua atividade. A  esdrúxula  sociedade  ali  residente  seguiu  no  rumo  das  suas  furnas  e mansardas, a fim de continuar na exorbitância dos sentidos torpes, terminado o desfile que se repetia todas as noites... O  irmão Anacleto  convidou-nos mentalmente  a  segui-lo,  afastando-nos  tão  discretamente  quanto  nos  adentráramos  no  dédalo infernal,  aturdidos  e algo asfixiados, até nos acercarmos de formosa praia que se dourava à luz solar e  recebia  os  primeiros  raios  do  Astro-rei  como  bênção  de  luz  após  a  noite ensombrada no reduto em que estivéramos."

LIVRO:  Sexo e Obsessão,
De Manoel Philomeno de Miranda
Psicografia: Divaldo Franco
http://docs11.minhateca.com.br/1022723232,BR,0,0,Sexo-e-Obsess%C3%A3o---Manoel-Philomeno-de-Miranda.pdf

terça-feira, 12 de setembro de 2017

A Verdadeira Desgraça

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Todos falam da desgraça, todos a experimentaram e julgam conhecer o seu caráter múltiplo. Venho dizer-vos, porém, que quase todos se enganam, pois a verdadeira desgraça não é, de maneira alguma, aquilo que os homens, ou seja, os desgraçados, supõem. Eles a vêem na miséria, na lareira sem fogo, no credor impaciente, no berço vazio do anjo que antes sorria, nas lágrimas, no féretro que se acompanha de cabeça descoberta e coração partido, na angústia da traição, na privação do orgulhoso que desejava vestir-se de púrpura e esconde sua nudez nos farrapos da vaidade. Tudo isso, e muitas outras coisas ainda, chamam-se desgraça, na linguagem humana. Sim, realmente são a desgraça, para aqueles que nada vêem além do presente. Mas a verdadeira desgraça está mais nas conseqüências de uma coisa do que na própria coisa. 

Dizei-me se o mais feliz acontecimento do momento, que traz funestas conseqüências, não é, na realidade, mais desgraçado que aquele inicialmente aborrecido, que acaba por produzir o bem? Dizei-me se a tempestade, que despedaça as árvores, mas purifica a atmosfera, dissipando os miasmas insalubres que poderiam causar a morte, não é antes uma felicidade que uma desgraça?ei-me se o mais feliz acontecimento do momento, que traz funestas conseqüências, não é, na realidade, mais desgraçado que aquele inicialmente aborrecido, que acaba por produzir o bem? Dizei-me se a tempestade, que despedaça as árvores, mas purifica a atmosfera, dissipando os miasmas insalubres que poderiam causar a morte, não é antes uma felicidade que uma desgraça? 

Para julgar uma coisa, é necessário, portanto, ver-lhe as conseqüências. É assim que, para julgar o que é realmente feliz ou desgraçado para o homem, é necessário transportar-se para além desta vida, porque é lá que as conseqüências se manifestam. Ora, tudo aquilo que ele chama desgraça, de acordo com a sua visão, cessa com a vida e tem sua compensação na vida futura. 

Vou revelar-vos a desgraça sob uma nova forma, sob a forma bela e florida que acolheis e desejais, com todas as forças de vossas almas iludidas. A desgraça é a alegria, o prazer, a fama, a fútil inquietação, a louca satisfação da vaidade, que asfixiam a consciência, oprimem o pensamento, confundem o homem quanto ao seu futuro. A desgraça enfim, é o ópio do esquecimento, que buscais com o mais ardente desejo

Tendes esperanças, vós que chorais! Tremei, vós que rides, porque tendes o corpo satisfeito! Não se pode enganar a Deus: ninguém escapa ao destino. As provas, credoras, mais impiedosas que a malta que vos acossa na miséria, espreitam o vosso repouso ilusório, para vos mergulhar de súbito na agonia da verdadeira desgraça, daquela que surpreende a alma enlanguescida pela indiferença e o egoísmo. 

Que o Espiritismo vos esclareça, portanto, e restabeleça sob a verdadeira luz da verdade e o erro, tão estranhamente desfigurados pela vossa cegueira. Então, agireis como bravos soldados que, longe de fugir ao perigo, preferem a luta nos combates arriscados, à paz que não oferece nem glória nem progresso. Que importa ao soldado perder as armas, o equipamento e a farda na refrega, contanto que saia vitorioso e coberto de glória? Que importa, àquele que tem fé no porvir, deixar a vida no campo de batalha, sua fortuna e sua veste carnal, contanto que sua alma possa entrar, radiosa, no reino celeste? 

DELPHINE DE GIRARDIN (Paris, 1861)

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

A função histórica do Brasil no mundo

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Por Pietro Ubaldi Qual é a função histórica do Brasil no mundo, especialmente em relação à esperada nova civilização do Terceiro Milênio? Evidentemente, não é uma hipótese mas um fato positivo, que o Hemisfério Norte é um armazém de bombas atômicas, e é evidente que não são elas construídas por pura curiosidade científica. Os Estados Unidos e a Rússia estão armando-se cada vez mais, e naturalmente não é para abraçarem-se. O medo de uma luta perigosa e tremendamente destrutiva para todos os retém. Mas também os atrai a miragem do domínio do mundo, prêmio de sua vitória. A guerra fria já está em ação. Sem dúvida, os meandros da política são tão tenebrosos, a imprensa é tão obediente a quem manda e a quem paga, e no círculo vicioso dos interesses costuma dar-se ao público tanta propaganda e tão pouca verdade, que é possível que haja talvez outra realidade sob estas aparências, geralmente aceitas. Entretanto, estes são fatos. Mesmo se a Rússia, com seu sistema de expansão de ideologias, chegasse a realizar seu objetivo de submeter outros países, ao entrar nestes pela porta da representação parlamentar de partido, jamais seriam conseguidas por este meio a paz e a ordem.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

A Constituição Cósmica

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O Organismo Compressor

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sábado, 2 de setembro de 2017

O ego integrado no Eu

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Unir em vez de dividir

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